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| Deixamos
Grão Mogol com esta decisão: em Riacho dos Machados pediríamos
informações sobre como cruzar a serra para chegar em Rio
Pardo. Às 5 da manhã estávamos no asfalto da BR 251; chegamos em Riacho dos Machados às 9h30. Depois de tirar fotos na cidade, conversamos com o motorista de um ônibus rural |
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Saímos de
Riacho com a decisão de procurar um tal de Santo Fumeiro no mercado
de Porteirinha, para combinar nossa viagem de ônibus no dia seguinte
(sábado). Detalhe curioso:
as três igrejas que encontramos nas diferentes localidades são
pintadas no mesmo tom de verde |
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Chegamos em Porterinha por volta das 13 horas. O mercado fica bem na entrada
da cidade e paramos para pedir informações. A partir de
conversa com várias pessoas, chegamos até a oficina do Gil,
um dos líderes da turma de mountain-bikers da cidade e região.
Ele nos disse que com nossas bicicletas carregadas não passaríamos
pelo canyon * leia artigo acadêmico [PDF, 430KB] sobre a rara formação geológica do canyon do Talhado |
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Um garoto nos levou até a praça central, onde tomamos coca-cola
e batemos papo um bom tempo com uma galera de rapazes ciclistas Ficamos no Hotel Skala Denir sentia muita dor no joelho, mal podia subir os dois lances de degraus para chegar ao quarto do hotel. Desde Grão Mogol ele tentava amenizar a dor com gel de arnica. Fomos dormir logo, pois no dia seguinte teríamos o maior trecho da viagem (110km), dando uma volta que não estava prevista, para podermos cruzar a serra. 70km de asfalto, 40 km em terra, nem nada se compara à imensidão da Serra... |
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Dados da viagem total: Kms percorridos:
352 |